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13 de dez. de 2019

O hobbit e a filosofia (William Irwin)


Título: O Hobbit e a filosofia
Autor: William Irwin
Editora BestSeller, 265p.

Sinopse: O que é mais importante na vida: a comida e a bebida ou o ouro acumulado? Ou nenhum dos dois? Os hobbits são taoistas? Afinal, Bilbo trapaceou e roubou o Um Anel de Gollum? A partir dessas e muitas outras questões, O 'Hobbit e a filosofia' faz uma análise filosófica de um dos maiores clássicos da literatura fantástica de todos os tempos.

Um livro que não tem nada de simplista, e que transforma O Hobbit em mais do que uma simples história infantil. O bom dos livros editados por William Irwin é a linguagem informal que ele utiliza para criar um livro que mescla a fantasia criada por Tolkien com assuntos do nosso dia-a-dia. Sentimentos e situações são comparados aos vividos pelo leitor, levando a reflexões variadas acerca do ser humano. Indico.

21 de jan. de 2016

O Hobbit e a filosofia (William Irwin)


Título: O Hobbit e a filosofia
Autor: William Irwin
Editora BestSeller, 265p.

Na Terra-média, a mágica não é um meio pelo qual se pode violar os princípios que governam o funcionamento do mundo. Não é um poder que permite fazer qualquer coisa que se pode imaginar.

A sabedoria contida em O Hobbit, é disso que trata este livro. Através de ensaios de alguns estudiosos, aborda-se algumas questões e posicionamentos vistos no primeiro livro de Tolkien através da ótica dos maiores filósofos de todos os tempos. Cada aspecto da obra é analisado: Bilbo Bolseiro tem seu lado Tûk despertado ao ouvir Thorin cantar sobre o ouro antigo de seu povo e se torna aventureiro, e durante a aventura, cosmopolita; o que é guerra justa na visão de Tolkien e a glória decorrente dela; o livro arbítrio e a tomada de decisões, tão decisivas no curso da história do livro (o fato de Bilbo pegar o Anel, não matar Gollum quando teve chance e entregar a Pedra Arken para os elfos e homens); a visão de Tolkien sobre magia e tecnologia; a sorte de Bilbo Baggins e sua esperada volta para casa.

Vamos a primeira resenha do ano. Eu consegui esse livro em uma troca, estava curiosa e fui atrás. A leitura é bem leve, divertida e instrutiva e as informações são profundas. Aspectos e elementos que antes eu nunca havia reparado em O Hobbit, agora tenho certeza que virão a minha mente na próxima vez que eu ler este livro. Eu já amava Tolkien muito antes de ler este livro, agora amo mais ainda o gênio da literatura que foi Tolkien.

31 de mar. de 2010

Desafio Literário - Março: Emma (Jane Austen)


Tema: Romance

Mês: Março

Título: Emma

Autor do livro: Jane Austen

Editora: BestSeller

Nº de páginas: 460

O livro é sobre...
Emma, uma jovem aristocrata, vive entediada em uma localidade perto de Londres em companhia de seu pai. Depois que sua governanta e confidente se casa, sua vida torna-se mais enfadonha. Até esquece seus anseios amorosos. Mas quando menos espera surge um amor.

Eu escolhi este livro porque...
Era o que faltava, dos livros de Austen, eu ler. tá certo que ainda falta Lady Susan e Amor e Amizade, mas o primeiro não tem tradução para o português e o segundo, só para o português lusitano. Enfim. Adoro Jane Austen e suas histórias. Emma está longe de ser a minha favorita, mas a história é bacana, a personagem é engraçada (quando resolve se meter arranjar marido para as outras jovens e insiste em dizer que não vai casar nunca), a narrativa é ótima, Mr. Knightley eu adorei. As situações são hilárias e até ridículas, como na vida real quando as pessoas resolvem se meter na vida amorosa dos outros.

A leitura foi...
Ótima. Como toda leitura de Austen, na minha opinião. Sou fã, mas não sou cega. Alguém pode achar que eu exagero, mas não. Adoro os romances da escritora e acho sim todos agradáveis. Alguns personagens são cativantes, outros não. O engraçado é que nesse livro eu não achei um personagem masculino que começa sendo o "mocinho" da história e vira o "vilão", como acontece em Orgulho e Preconceito (Mr. Wickham) e Razão e Sensibilidade (Mr. Willoughby). Franck Churchill não se encaixa nessa categoria, apesar do que possam achar (quem conhece a história). Jane Fairfax continua uma incógnita (não admito comparações com Lucy Steele, de Razão e Sensibilidade), e Harriet Smith eu achei meio... leza. Pronto, falei. Não entendo como uma pessoa pode se fiar na opinião de outra quando o assunto é tão sério quanto uma proposta de casamento podia ser na Inglaterra do século XVIII. Juro, não entendo. Como ela recusa Mr. Martin porque a enxerida da Emma não achava que ele seria um bom marido para Harriet. Mas no fim tudo se acerta.
Sobre esse livro, o que tenho a dizer é que: eu comecei a ler uma edição, passei por outra e terminei em uma terceira. Por que? Bom, porque a edição em português que eu tinha era em ebook, uma dessas traduções podres da internet. Só aguentei até o capítulo 5. Aí emprestei a edição em inglês do meu curso de inglês, uma coleção da Oxford, mas não li muito dele porque não ia dar tempo de terminar até o fim do mês (comecei a ler muito tarde). Por fim, mudei pra outra edição emprestada no mesmo curso e terminei hoje. Espero que os participantes do Desafio não me achem desonesta devido às informações sobre o livro que coloquei acima (foto da capa, editora, paginas...). O livro que ilustra o post é o que eu mandei buscar e a única tradução viável de Emma para o português que eu achei até hoje. Pensei que fosse chegar a tempo do Desafio, mas não. Aí tive que me virar com o ebook.

A nota que eu dou para o livro:
5-Ótimo.