11 de jun de 2015

Christopher Lee, ator que interpretou Saruman, falece aos 93 anos


Hoje eu venho aqui dar uma notícia muito triste. O lendário ator britânico, Sir Christopher Lee, faleceu no domingo, dia 07 de junho, aos 93 anos de idade.
Internado a três semanas devido a problemas cardíacos e respiratórios, o ator veio a falecer no domingo. Segunda o comunicado no jornal Telegraph, a esposa de Lee adiou o comunicado porque queria avisar a família antes. 
Sir Christopher Lee ficou famoso por filmes como O vampiro da noite (1958),cujo papel foi o temido vampiro Drácula, e A múmia (1959). Recentemente, o público mais jovem veio a conhecê-lo por ter interpretado Conde Dookan em Star Wars episódio II: Ataque dos clones, e o poderoso mago branco Saruman nas trilogias de Peter Jackson O Senhor dos Anéis e O Hobbit
Fã de heavy metal, o ator também lançou discos e singles neste estilo, sendo seu último trabalho musical o EP Metal knight (2014). Lee foi o único membro do elenco das trilogias baseadas nas obras de J.R.R. Tolkien que chegou a conhecer o professor.
Como fã de Tolkien e fã dos filmes de Peter Jackson, não tenho como expressar o choque e a tristeza que essa noticia me causou. Um dos melhores atores, descanse em paz.

9 de jun de 2015

Blog "Jane Austen Portugal" procura novos colaboradores


Você que é fã de Jane Austen e sempre teve vontade de escrever algo a respeito da autora, aqui vai uma chance. O blog português de fãs de Jane Austen, o Jane Austen Portugal, está atrás de novos colaboradores, tanto para o site quanto para a sua revista Jane Austen Portugal. Interessados enviem suas sugestões para o email janeaustenpt@sapo.pt.

4 de jun de 2015

O Hobbit de A a Z (Sarah Oliver)


Título: O Hobbit de A a Z
Autora: Sarah Oliver
Editora Universo dos Livros, 215p.

O livro trás informações sobre o personagens, produtores, diretores, locações e filmes relacionados a Terra-média, focando-se nas adaptações do livro O Hobbit. Fala de cada ator (sobre suas carreiras), sobre Peter Jackson, Guilhermo del Toro, Legolas, Tauriel, Thorin, Smaug, Nova Zelândia, Weta, etc, tudo separado em ordem alfabética.

Uma leitura interessante. Não indispensável, mas interessante. Apesar de conter muitos dados e histórias que eu já conhecia, traz também alguns detalhes sobre os atores e produtores dos filmes sobre O Hobbit que acredito que só estão disponíveis nos extras dos DVDs (mesmo assim, podem ser pesquisados na internet). O livro é fino e a leitura é bem rápida, apesar de em alguns momentos ser arrastada. Valeu a pena, mas no quesito de livros sobre Curiosidades e Bastidores, já li melhores.

2 de jun de 2015

O diário de Mr. Darcy no Brasil


Semana passada a editora Pedrazul fez a felicidade de muitas fãs ao anunciar o lançamento do livro O diário de Mr. Darcy. Este livro, de autoria de Amanda Grange, conta a história de Orgulho e Preconceito pelo ponto de vista de Mr. Darcy. Uma das melhores sequências já escritas por fãs. Eu já li o livro (cuja resenha pode ser conferida aqui) e indico completamente. O livro está previsto para agosto de 2015.
Para saber mais sobre este e outros lançamentos da editora Pedrazul (que, aliás, só tem publicação maravilhosa), é só seguir a página do facebook.

14 de mai de 2015

Lançado novo site da Tolkien Estate


A entidade legal que cuida dos direitos autorais das obras de Tolkien lançou um novo site, que pode ser lido em inglês, francês e espanhol. Além disso, o site também traz contribuições de membros da família Tolkien e de estudiosos renomados. Para conferir, é só clicar na imagem acima.

12 de mai de 2015

Pride and Prejudice (2014)


Achei isso no site Jane Austen em Português e apesar de ser um post meio atrasado, quis compartilhar aqui. Pelo que parece, vai sair uma nova série para TV, de acordo com o site IMDB. A produção fica por conta dos irmãos McGibney, e o elenco até agora é composto por Mr. Darcy (Luke McGibney), Elizabeth (Jolie Myatt) e uma criada sem nome (Seana Cooke). Pelo que parece, a série será lançada na internet. Vou acompanhar a página do facebook dos irmãos McGibney para ficar sabendo o andamento do projeto.
Confiram no site dos irmãos McGibney ou abaixo o vídeo da produção:

16 de abr de 2015

A última canção de Bilbo (J.R.R. Tolkien)


Título: A última canção de Bilbo
Autor: J.R.R. Tolkien
Editora Martins Fontes, 151p.

Os portadores dos anéis de poder estão de partida para o Oeste, a ponto de tomar o navio para as Terras Imortais. No porto , Bilbo Bolseiro compõe sua última canção, refletindo sobre a partida da Terra-média e os amigos que ficam para trás. O livro é pequeno, fácil de ler e conta com os desenhos da ilustradora favorita de Tolkien, Pauline Baynes. As ilustrações maiores mostram a cavalgada para os Portos Cinzentos, enquanto no final de cada página, os desenhos mostram os acontecimentos principais de O Hobbit. O livro também conta com notas de tradução e explicativas no final. Existem duas versões deste livro, uma em capa dura azul (a que eu tenho) e uma em capa brochura branca. Até onde sei, a diferença fica só no formato mesmo (mas ainda tenho vontade de comprar a edição brochura para conferir). Um livrinho lindo, que vale muito a pena, não só por ser de Tolkien ou pelo excelente trabalho de Baynes, mas por toda a nostalgia que a leitura provoca. Recomendadíssimo.

14 de abr de 2015

Lady Susan (Jane Austen)


Título: Lady Susan
Autora: Jane Austen
Editora Landmark, 151p.

Lady Susan é uma jovem viúva que busca um casamento vantajoso para ela e para sua filha, Frederica. No entanto, a moça não tem interesse no pretendente que sua mão está tão empenhada em assegurar para ela. Sua vida gira em torno dos vários convites para visitas aos parentes de seu falecido marido. Um escândalo que liga Lady Susan aos Manwaring precede sua chegada a propriedade de seu cunhado: ela teria sido expulsa por Mrs. Manwaring por tentar seduzir o marido da dona da casa e o noivo de sua cunhada. Apesar disso, Lady Catherine Vernon, esposa do irmão de seu falecido marido, recebe-a, mas logo detecta o perigo, pois Lady Susan se põe a flertar com seu irmão, Reginald. Apesar dos pais dele se intrometerem e o próprio rapaz garantir que não corre perigo, as cartas de Catherine para sua mãe são sempre cheias de receio por causa da proximidade deles. Ao mesmo tempo, Lady Susan tenta fazer a filha se comprometer com Sir James Martin, ignorando os sentimentos da moça, enquanto a cunhada tenta se intrometer de todas as formas. Quando todos os seus planos vão por água abaixo, Lady Susan acaba fazendo o que parecia ser sua intenção desde o início.

Acabei de ler esse livro, um dos poucos de Jane Austen que ainda não havia lido. Estou meio sem saber o que pensar, porque geralmente quando pego um livro da autora, já fico na cabeça que vou me apaixonar pela protagonista. Na introdução, eu estranhei quando se menciona que Lady Susan era muito diferente das heroínas de Austen que os leitores estão acostumados a ver (de tão habituada que estou com Elinor Dashwood e Elizabeth Bennet, fiquei me perguntando como Lady Susan poderia ser tão diferente). Acontece que ela é diferente mesmo. Tão diferente que não pude evitar de compará-la com personagens do tipo Caroline Bingley. Além disso, o livro é escrito na forma epistolar, na forma de carta. Através das cartas trocadas entre os personagens, o leitor vai conhecendo cada um e os acontecimentos em torno deles. Fiquei pasma, não tenho como definir melhor, com a personagem principal, com sua falsidade e fingimento porque, como já disse, não são características que costumo associar as heroínas austenianas (as cartas entre ela e sua amiga sobre o marido dela e os flertes que ela costuma “desenvolver” sem o menor pudor ou vergonha por brincar com sentimentos alheios foi o que mais me impressionou e até divertiu também). Enfim, com todas essas surpresas, eu adorei. A história, o formato em que ela é contada e claro, amei Lady Susan também, apesar de todo o seu coquetismo porque tenho consciência que nunca conseguirei odiar uma heroína “ou anti-heroína” de Jane Austen.

19 de mar de 2015

Novo lançamento de Tolkien: Ferreiro de Bosque Grande

Imagem meramente ilustrativa, créditos: Tolkien Brasil.

Achei essa notícia no Tolkien Brasil. A editora Wmf Martins Fontes irá lançar em 2015 os livros Beowulf: a translation and commentary, lançado ano passado no exterior, e uma publicação inédita de Tolkien no Brasil: Ferreiro de Bosque Grande (título provisório), cuja tradução será de responsabilidade de Ronald Kyrmse. .

17 de mar de 2015

Obras Inacabadas de Jane Austen no Brasil


Em comemoração ao aniversário de 240 anos de Jane Austen, a editora Landmark irá publicar o livro Obras Inacabadas, em edição bilíngue de luxo com capa dura. Serão São quatro obras inacabadas: dois fragmentos de romances inacabados, um esboço para um novo romance e os capítulos originais de um dos seus grandes romances.
Confiram a sinopse:

Escrito por volta de 1804, deixado inacabado, terminado por sua sobrinha Catherine Hubback e publicado na metade do século XIX, com o título The Younger Sister, provavelmente abandonado após a morte dos pais da escritora, “OS WATSONS” é uma tentadora e altamente deliciosa história cuja vitalidade e otimismo centra-se sobre as perspectivas conjugais das irmãs Watson em uma pequena cidade provincial.
“SANDITON”, iniciado sob o título The Brothers, em 1817, deixado incompleto e publicado em 1925, foi o último romance escrito por Jane Austen, situado em uma cidade à beira-mar e seus temas dizem respeito à nova sociedade de consumo especulativo e prenunciam as grandes convulsões sociais provenientes da Revolução Industrial.
“PROJETO DE UM ROMANCE” é um trabalho curto, de cunho satírico, escrito provavelmente em maio de 1816. Foi publicado em forma completa pela primeira vez por R. W. Chapman em 1926, tendo aparecido alguns extratos, em 1871, na biografia de Jane Austen escrita por seu sobrinho, James Edward Austen-Leigh. Considera-se que nesta obra, temos o relato mais importante do que Jane Austen entendia como sendo seus objetivos e sua visão pessoal como romancista.
Nos Capítulos Originais de “PERSUASÃO” podemos aprender mais sobre o consumado talento artístico de Jane Austen e seus maravilhosos poderes de autocrítica; e que prova – de forma incontestável – o padrão de perfeição no qual ela insistia em todos os aspectos. Pois esse é de fato uma parte do rascunho final, acabado: o romance completo que, quando ela o escreveu, deixara-a satisfeita e tinha sido planejado para publicação. Mesmo assim, continuou a ser objeto de cuidadosa meditação, e as reflexões de uma noite a convenceram de que ainda poderia ser melhorado adiante. (Fonte: Livros e Citações)