18 de jul de 2017

Bicentenário de falecimento de Jane Austen


Em 18 de julho de 1817, a escritora inglesa Jane Austen falecia em Winchester, Inglaterra, aos 41 anos. Sepultada na Catedral de Winchester, foi somente depois que a biografia escrita por seu irmão James Edward Austen-Leigh havia sido publicada que seu epitáfio menciona que ela foi a autora de alguns dos romances conhecidos na época.

Eu conheci Jane Austen faz alguns poucos anos e desde o primeiro livro que li, me apaixonei pelo seu estilo de escrita e pelos seus personagens. Deixo aqui minha pequena homenagem: a estátua de bronze em tamanho natural de Jane Austen sendo revelada em Market Square, Basingstoke hoje:

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Cortesia da página do facebook Jane Austen 200 

12 de jul de 2017

Lançamentos de Jane Austen

O segundo semestre mal começou e já tem mais livro novo sobre Jane Austen por aí. O primeiro é o Jane & Me: My Austen Heritage, de autoria de Caroline Jane Knight, a última descendente do irmão de Jane, Edward Knight.


O segundo é O clube de escrita de Jane Austen, de Rebecca Smith, publicado pela editora Galera Record.

10 de jul de 2017

Tolkien’s art (Jane Chance)


Título: Tolkien’s art: a mithology for England
Autora: Jane Chance
Editora University Press of Kentuck, 280p.

Publicado pela primeira vez em 1979, quando muitos trabalhos de Tolkien ainda não tinham chegado ao conhecimento do público, este livro de Jane Chance analisa o padrão de conflito nas obras de Tolkien através de um esboço do desenvolvimento de personagens adversários. Através de uma leitura crítica de O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion, (assim como obras não tão conhecidas como por exemplo Mestre Gil de Ham), analisando e também comparando-as com Beowulf: The Monsters and the Critics, um dos mais importantes trabalhos acadêmicos de Tolkien, a autora foca na questão da relação entre herói e vilão para demonstrar que, não somente Tolkien se interessava por literatura inglesa medieval, como seus estudos o levaram a criar uma mitologia para a Inglaterra.

A primeira edição desse livro data de 1979. Apesar de não ser a edição que eu tenho (gostaria das duas para poder compará-las), foi bom perceber que Jane, enquanto leitora, já havia notado que Tolkien queria escrever uma mitologia para a Inglaterra e tenha colocado esse assunto em um livro (o que, aliás, foi um posicionamento que o próprio Tolkien admitiu em uma de suas cartas que somente muito mais tarde chegou a conhecimento público, sob o nome “131” no livro As Cartas de J.R.R. Tolkien). Faz muito, mas muito tempo mesmo que eu tenho esse livro. Ficou guardado por vários motivos: a edição é em inglês e eu, apesar de ler e escrever melhor do que falo neste idioma, ainda tenho certa dificuldade; eu tinha outros na lista que queria ler primeiro; quando se trata de Tolkien, se tiver que escolher um livro que analise a obra dele ou algum de sua autoria, sempre vou deixar a a análise para depois. E assim foi ficando e ficando, até agora. Quis aproveitar o final do período letivo e comecei a ler, já que as coisas no trabalho começam a ficar mais calmas. 
Sobre a leitura: levei mais tempo lendo esse livro do que imaginava, não sei por quê. Na introdução, a autora já diz qual é o objetivo principal do livro, o que me atraiu atenção (é bom quando se especifica logo o assunto principal, ao invés de deixar com que o leitor descubra enquanto lê, sempre prefiro livros de análise onde o autor já faz isso). Uma afirmação que me deixou imaginando porque nunca havia reparado nisso antes está logo no início do livro, quando Jane diz que:

It is the social role and religious image of the lord and king through which Tolkien expresses his deepest philosophical and theological ideas. […] A pattern emerges upon an examination of the titles of other Tolkienian works. Either the title centers on the hero […] or, antithetically, on the hero’s chief adversary [...]

Apesar de já ter lido vários trabalhos acadêmicos, artigos e livros, onde os autores dissecam a imagem dos heróis e vilões nos livros de Tolkien, nunca havia notado que essa afirmativa está correta. Usando uma linguagem acessível, a autora divide o estudo em linhas temáticas e textuais, e em cada capítulo ela, utilizando as principais obras de Tolkien para mostrar como ele queria mesmo criar uma mitologia para a Inglaterra. Não somente isso, como ele teve sucesso. Livro muito recomendado.

21 de jun de 2017

Lançamento: Grandes Obras de Jane Austen

A editora Nova Fronteira vai lançar, agora no mês de junho, uma nova caixa com três livros de Jane Austen: Orgulho e Preconceito, Razão e Sentimento e Emma, todos traduzidos por Lúcio Cardoso (o primeiro) e Ivo Barroso (os dois seguintes).


Como na outra caixa que a editora lançou (lembram da caixa com Razão e Sentimento e Novelas inacabadas?), as edições são capa dura e a diagramação é um verdadeiro primor.




A caixa já está a venda na Saraiva e na Amazon, com lançamento previsto para 26 de junho.

19 de jun de 2017

Explorando o universo do Hobbit (Corey Olsen)


Título: Explorando o universo do Hobbit
Autor: Corey Olsen
Editora Lafonte, 256p.

Sinopse: Segredos e curiosidades de um dos livros mais lidos do século XX. Explorando o Universo do Hobbit é um livro divertido e visionário, que apresenta uma interpretação detalhada de O Hobbit, um dos maiores clássicos da literatura fantástica. Por meio de uma jornada capítulo a capítulo através do clássico de Tolkien, Corey Olsen realiza uma análise profunda, revelando detalhes que muitas vezes não são percebidos pelos leitores e expectadores, que tornam a leitura do original mais rica, curiosa e ainda mais relevante. Enfim, este não é um simples guia de leitura, mas uma obra para a compreensão dos principais aspectos de O Hobbit, a filosofia na construção de cada etapa da história, capaz de transformar a leitura comum em uma experiência única.

Corey Olsen é um professor de literatura muito conceituado, que explora as obras de Tolkien em seus estudos e ensinamentos. Dito isso, você percebe logo de cara que um livro dele falando d’O Hobbit tem muito a dizer. Através das suas análises que destrincham os significados dos elementos e personagens que compõe a história, o leitor também consegue entender mais o próprio Tolkien. As análises são muito boas e bastante profundas, vale cada minuto da leitura.

22 de mai de 2017

Obras inacabadas (Jane Austen)


Título: Obras inacabadas
Autora: Jane Austen
Editora Landmark, 208p.

Sinopse: Escrito por volta de 1804, deixado inacabado, terminado por sua sobrinha Catherine Hubback e publicado na metade do século XIX, com o título The Younger Sister, provavelmente abandonado após a morte dos pais da escritora, “OS WATSONS” é uma tentadora e altamente deliciosa história cuja vitalidade e otimismo centra-se sobre as perspectivas conjugais das irmãs Watson em uma pequena cidade provincial. “SANDITON”, iniciado sob o título The Brothers, em 1817, deixado incompleto e publicado em 1925, foi o último romance escrito por Jane Austen, situado em uma cidade à beira-mar e seus temas dizem respeito à nova sociedade de consumo especulativo e prenunciam as grandes convulsões sociais provenientes da Revolução Industrial.
“PROJETO DE UM ROMANCE” é um trabalho curto, de cunho satírico, escrito provavelmente em maio de 1816. Foi publicado em forma completa pela primeira vez por R. W. Chapman em 1926, tendo aparecido alguns extratos, em 1871, na biografia de Jane Austen escrita por seu sobrinho, James Edward Austen-Leigh. Considera-se que nesta obra, temos o relato mais importante do que Jane Austen entendia como sendo seus objetivos e sua visão pessoal como romancista.
Nos Capítulos Originais de “PERSUASÃO” podemos aprender mais sobre o consumado talento artístico de Jane Austen e seus maravilhosos poderes de autocrítica; e que prova – de forma incontestável – o padrão de perfeição no qual ela insistia em todos os aspectos. Pois esse é de fato uma parte do rascunho final, acabado: o romance completo que, quando ela o escreveu, deixara-a satisfeita e tinha sido planejado para publicação. Mesmo assim, continuou a ser objeto de cuidadosa meditação, e as reflexões de uma noite a convenceram de que ainda poderia ser melhorado adiante.

Me jogaram um balde de água fria na cabeça. Foi exatamente essa a sensação que tive quando terminei de ler cada uma das histórias desse livro. Depois de ler e reler os seis romances de Jane Austen, é sempre um prazer quando se tem em mãos obras como esse livro, porque dá gosto de ler novas histórias com aquele toque irônico que só Jane Austen consegue trabalhar tão bem. O problema foi que a cada final, eu tinha que me lembrar que Sandition e The Watsons são histórias i-na-ca-ba-das, e isso meio que levou a loucura hahahahaha O toque final no livro são os capítulos extras de Persuasão, que (eu achei) não fizeram muita falta a história (o que conta em Persuasão, para mim, é a carta, A carta, então, eu encarei esses capítulos como simples partes adicionais). Vale muito a pena.

19 de mai de 2017

A sabedoria do Condado (Noble Smith)


Título: A sabedoria do Condado
Autor: Noble Smith
Editora Novo Conceito, 174p.

Sinope: Um guia do Hobbit para a vida de milhões de fãs do J.R.R. Tolkien. Smith mostra que uma toca-hobbit é, na verdade, um estado de espírito e como até as menores pessoas podem ter o valor de um Cavaleiro de Rohan. Ele explora assuntos importantes para os hobbits, como cerveja, comida e amizade, mas também assuntos mais sérios, como coragem, vida em harmonia com a natureza e bem versus mal. Como prazeres simples como jardinagem, longas caminhadas e refeições deliciosas com amigos podem fazer você significativamente mais feliz? Por que o ato de dar presentes no seu aniversário em vez de recebê-los é uma ideia tão revolucionária? E como podemos carregar nosso próprio “anel mágico” sem sermos devorados por ele? "A Sabedoria do Condado" tem a resposta para essas perguntas.

Gosto de acreditar que Tolkien tenha sido o primeiro historiador da realidade alternativa.

É assim que Noble Smith começa seu livro. Foi uma leitura fácil e rápida, até porque eu queria muito ler esse livro faz tempo. Fui deixando de lado porque minha lista de leitura estava muito grande, e também eu achava que seria mais um desses livros em que o autor pega as obras de Tolkien e sai analisando cada parte deles de acordo com temas filosóficos. Na verdade, o livro é uma análise, mas Noble colocou algumas de suas próprias experiências para ilustrar seu ponto de vista, e isso fez o livro valer a pena. Sua maneira de escrever é clara, a linguagem não é complicada, o que deixou a leitura ser divertida. Lançado na época do filme d’O Hobbit, esse pequeno livro-guia de como-a-sua-vida-pode-ser-boa-se-você-tiver-bons-ideais é muito recomendado.

17 de mai de 2017

Austenlândia (Livro X Filme)



Título: Austenlândia
Autora: Shannon Hale
Editora Record, 240p.

Jane Hayes tem 33 anos, tem boa aparência e um bom emprego, mas também uma longa lista de relacionamentos fracassados. Talvez isso se deva ao fato de que Jane, fanática por Jane Austen e Orgulho e Preconceito (mais especificamente apaixonada por Mr. Darcy), vive suspirando por Mr. Darcy de Colin Firth. Ela simplesmente fica esperando que apareça em sua vida um homem tão perfeito quanto o personagem e acredita realmente que nasceu na época errada. O que Jane nem imagina é que uma tia-avó que mal conhece deixa para ela de herança uma viagem, sem chance de reembolso, programada em direção a uma comunidade turística chamada Austenland (Austenlândia), em Pembroke Park, na Inglaterra. Esse lugar recria o mundo que Jane Austen retrata em seus livros, com todos os detalhes possíveis. 
De malas prontas e resolvida a se curar de sua paixonite por Mr. Darcy, ela embarca, jurando que vai voltar uma nova mulher. Ao chegar, ela recebe o nome de Jane Erstwhile e a aclimatação começa: ela não tem permissão para manter o celular, não existem equipamentos modernos a vista, todos as pessoas (atores pagos para entreter os hóspedes) se vestem como se estivessem vivendo no século XIX, enfim, são muitas mudanças. Apesar de Jane amar os livros, ela sente uma dificuldade em se adaptar e precisa lidar com o cavalheiro mal-humorado Mr. Nobley e começa a se interessar por Theodore, um dos servos da casa. Mesmo com as dificuldades, e mesmo conhecendo muito sobre Orgulho e Preconceito, sua estadia em Pembroke Park vai ensinar muita coisa a Jane, principalmente, como Elizabeth Bennet, a jovem vai passar a conhecer melhor a si mesma.



Eu vi o filme bem depois de ler o livro (a versão em inglês). Claro que a adaptação muda algumas coisas, mas eu não esperava que fosse mudar tanta coisa. O início do filme é bem divertido, mostrando o nível do fanatismo de Jane. Só que, em vez de receber uma herança de parente, é a própria Jane que paga sua viagem para Austenlândia, depois de sua amiga intimá-la a acabar com a obsessão por Mr. Darcy. Sua chegada é hilária, graças ao fato dela se vestir a caráter.
Outra mudança (pelo menos eu achei que foi uma mudança) foi o fato de Jane não sentir tanto a falta de coisas modernas, como acontece no livro (talvez porque no filme ela esconda logo de cara o celular em suas roupas para que ninguém descubra). O desdém de Mrs. Wattlesbrook por ela, que comprou o pacote mais barato, eu também percebi que é mais aparente no filme, enquanto o puxa-saquismo fica reservado para os hóspedes que podem pagar mais, como Elixabeth Charming, que nunca leu um livro de Austen e cujas regras de etiqueta do lugar ela praticamente não segue.


Para cada um dos personagens no “resort”, praticamente existe alguém que se assemelha a um personagem de Orgulho e Preconceito: o taciturno Mr. Nobley lembra Mr. Darcy, Lady Amelia Hartwright parece uma das irmãs bem-nascidas e insuportáveis de Bingley. Além disso, o aparecimento de um coronel sempre movimenta os eventos.
Uma das coisas do livro que (ainda bem) deixaram no livro é o desencantamento de Jane pela era de Jane. Quando ela se cansa dos tediosos jogos de carta e resolve passear na propriedade, dá de cara com Martin, o ator que representa o cocheiro. Ela começa a se interessar, e nesse momento, o leitor começa a jurar que ele será o Wickham de Jane… A disputa Nobley-Darcy e Martin-Wickham por Jane também foi bem feita, bem legal de se ver.


A convivência com Nobley, antes frustrante, começa a melhorar, e no baile, quando ele se declara, ela finalmente percebe que não consegue mais viver um faz de conta.
O final, claro, é diferente do livro. De modo geral, eu adorei. Diverte, faz você querer experimentar, como Jane, os costumes da época de Austen, e como não podia deixar de ser, faz você querer (pelo menos eu quis) ser praticamente disputada por dois homens completamente opostos rsrs Indicado.

31 de mar de 2017

Ferreiro de Bosque Grande (J.R.R. Tolkien)


Título: Ferreiro de Bosque Grande
Autor: J.R.R. Tolkien
Editora WMF Martins Fontes, 164p.

Sinopse: Esta história fascinante de um andarilho que encontra o caminho para o perigoso reino da Terra-Fada está sendo publicada pela primeira vez no Brasil. Esta edição inclui um manuscrito do rascunho original de Tolkien para a história, as ilustrações de Pauline Baynes, notas sobre a gênese, a cronologia e o final alternativo da história e um longo ensaio sobre a natureza da Terra-Fada, tudo inédito até agora. Estão contidas em 'Ferreiro de Bosque Grande' muitas ligações interessantes com o mundo da Terra-média e também com os demais contos de Tolkien, e nesta "edição ampliada" o leitor finalmente descobrirá a história completa por trás dessa importante peça de ficção breve.

Como sempre, ler livros de Tolkien é um prazer. Não somente porque eu sou fã declarada, mas porque eu simplesmente adoro a quantidade de detalhes que vem em cada publicação. Não é somente a história título, mas as notas informativas sobre primeiras publicações, a escrita da história e seus rascunhos, e o que eu mais gostei neste livro, os fac-símiles com a versão rascunhada da história. Além, é claro, das ilustrações. A melhor parte (eu acho) é quando Verlyn Flieger fala do que Tolkien definia e considerava histórias de fadas e seu conceito, e as considerações sobre a qualidade da história. A própria história em si é bem leve, mas não é só por isso que eu recomendo o livro, tanto para fãs quanto para qualquer um; as notas e considerações dos editores acerca da criação da história valem muito a pena.

29 de mar de 2017

Anunciado lançamento de nova versão do jogo Monopoly, baseado em Jane Austen

Foi anunciado uma nova verão do jogo Monopoly, o Winchester Monopoly, baseado em Jane Austen.



As peças podem incluir a estátua do Rei Alfredo, o Grande e a catedral de Winchester, e as notas bancárias do jogo podem trazer um retrato da autora. Além disso, os residentes podem dar nomes aos locais da cidade para preencher os espaços no tabuleiro.

27 de mar de 2017

Lançamento de John Ronald’s Dragons, de Caroline McAlister


Mais uma notícia fresquinha (e atrasada, graças aos meus milhões de tarefas que me deixaram sem tempo de fazer o que eu gosto direito). O Tolkien Talk falou do lançamento de um livro chamado John Ronald’s Dragons: the story of J.R.R. Tolkien.

Esse livro, que vai contar a história da vida de J.R.R. Tolkien com uma linguagem mais infantil, está previsto para ser lançado em 21 de março (semana que vem) e vai ser ilustrado. Confiram a sinopse traduzida no site do Tolkien Talk.

24 de mar de 2017

Biblioteca Bodleiana anuncia lançamento de Tolkien: The Maker of Middle-earth

Ando meio sumida daqui, mas estou sempre atrás de notícias. E eis que acabo de ver pelas páginas do facebook do Tolkien Talk e da Tolkien Society que em 2018 a Biblioteca Bodleiana irá lançar um novo livro, chamado Tolkien: The Maker of Middle-earth, escrito pela arquivista Catherine McIlwaine. 
Essa publicação irá coincidir com a grande exibição que irá acontecer em junho de uma vasta coleção de manuscritos de Tolkien. Grande parte do material, que inclui cartas, ilustrações e outros materiais nunca foi posto para exibição pública. 
A Universidade Marquette, em Milwaukee, Wisconsin, EUA, também detém manuscritos originais de Tolkien. Falei sobre isso aqui faz tempo, basta dar uma olhada aqui
Para quem quiser saber mais sobre a Biblioteca Bodleiana, a principal biblioteca de pesquisa da Universidade de Oxford, basta clicar aqui.

21 de mar de 2017

Tolkien Talk

Eu ainda não havia falado desse site aqui, então vou falar agora. O Tolkien Talk surgiu da iniciativa de dois amantes de Tolkien, Sérgio Ramos e Cesar Augusto Machado, em discutir e divulgar a obra de Tolkien. Eles criaram um canal no Youtube e começaram a postar vídeos onde abordavam vários assuntos relacionados a Tolkien e sua obra.



O canal surgiu ano passado e de lá pra cá só veio crescendo. Os vídeos são de ótima qualidade e os meninos sabem falar muito bem de qualquer tópico. Agora tem também um site (de mesmo nome), onde sempre tem um notícia para os fãs (e de onde eu já comecei a roubartilhar, porque, todo blog que se preze precisa de uma fonte de novidades segura :P )
Como eu os conheço há tempos, resolvi que já era mais do que hora de falar e propagar esse canal aqui. Fica a dica, vale muito a pena, tanto o canal quanto o site.

20 de jan de 2017

Diários de Jane Austen em exibição na Biblioteca Britânica

Em 18 de julho de 2017, Jane Austen completará 200 anos de falecida. Para marcar o bicentenário de sua morte, três diários seus com histórias e ilustrações serão exibidos juntos pela primeira vez na Biblioteca Britânica.


Nos mesmos formatos dos romances do século XVIIIl (com os nomes dos volumes escritos nas capas), os diários são escritos pessoais que sobreviveram e que contam os anos de juventude da autora. Uma amostra:

“Primeiro volume”
“Segundo volume”
“Terceiro volume”

No site da BBC, tem um artigo de autoria de Fiona Macdonald onde ela descreve o que encontrou ao ver os diários. Para ler mais do que se tratam os escritos, basta clicar aqui.

18 de jan de 2017

Lançamentos de Jane Austen



Eu vi essa notícia no site Jane Austen em Português e pulei de alegria.
Como vocês já devem ter visto por aí, a editora L&PM já publicou os romances mais famosos de Jane Austen. Recentemente, a editora anunciou que Lady Susan, Os Watson e Sanditon e Amor e amizade e outras histórias já estão na gráfica.
Ambos os livros foram traduzidos por Rodrigo Breuning e as ilustrações das capas ficaram a cargo de Birgit Amadori.

16 de jan de 2017

Organizando minhas leituras - parte 3


Como eu falei que mostraria, eis a foto dos adesivos que encomendei. Achei que ficaram ótimos e só estou passando rapidinho para mostrar que já comecei a usá-los:


4 de jan de 2017

Organizando minhas leituras – Parte 2

Continuando com os posts sobre meu caderno de organização de leituras. Já mostrei o caderno em sim, hoje vou falar das categorias que dividi os meus livros. O Skoob até que me ajudou nisso, me inspirei nele e resolvi criar as divisórias: Tenho, Desejados, Comprados, Filmes e Músicas, e para meus blogs, Meu Cantinho Literário e O Fantástico Mundo da Leitura. As divisórias foram outra coisa que eu tentei fazer mas não deu certo, então comprei na loja Doce Sweet. O trabalho ficou impecável:


Nas categoria Tenho, eu resolvi fazer subdivisões e marcá-las com adesivos, dividindo por autores e gêneros. Antes eu iria dividir somente entre gêneros, mas eu tenho muita coisa de e sobre Jane Austen, J.R.R. Tolkien, C.S. Lewis, J.K. Rowling e George R.R. Martin, então resolvi criar divisões para deles. Além dessa divisão entre autores, também tenho divisões para as categorias História, Biblioteconomia (que são as duas faculdades que fiz) e para Letras, outro curso que eu sempre me interessei e por isso fui adquirindo livros sobre. As divisões seguintes são referentes aos gêneros literários: Biografia, Contos, Distopia, etc.
Na categoria de Desejados, anoto os livros que penso em adquirir um dia; em Comprados eu vou anotar os livros adquiridos (por troca também). Aliás, o motivo do caderno ser argolado foi justamente por causa dos livros que eu compro, queria um caderno que durasse mais de um ano, e com um argolado eu só preciso comprar as folhas.
Na categoria de Filmes e Músicas eu anoto os dvds e cds que me interessam, também separados por adesivos indicando o que é Dvd e o que é Cd.


Na categoria dos blogs, eu anoto os livros cujas resenhas serão postadas neles. Por exemplo, eu anoto todos os livros sobre Jane Austen e J.R.R. Tolkien dentro da divisória do blog Meu Cantinho Literário porque esse é o meu espaço dedicado a eles, que são os meus dois escritores favoritos e dos quais eu tenho mais livros.


Na divisória do blog O Fantástico Mundo da Leitura, eu anoto as leituras dos meus outros autores que eu também gosto muito, C.S. Lewis, J.K. Rowling e George R.R. Martin, além dos outros vários livros da minha estante.


Sobre as divisões de autores e gêneros, que eu resolvi marcar com adesivos, eu também tentei fazer utilizar as imagens que eu queria e mandei imprimir em papel etiqueta A4. A impressão ficou boa, na hora de colar no papel que eu não curti muito, então mandei fazer. Os adesivos dos autores e gêneros ainda não tenho comigo, encomendados da loja Vamos papelar. Assim que chegar eu mostro.

2 de jan de 2017

Organizando minhas leituras – Parte 1



Olá, 2017!!!
Mais um ano de blog, mais um ano de desafios literários, mais um ano comprando livros sem diminuir a lista de leituras...
Minha primeira postagem esse ano vai ser para falar do meu novo método de organização de leituras. Além do Skoob, eu sempre tive um caderno para anotar os livros que tenho. Faz uns dois anos que eu usava cadernos mais ou menos usados (aqueles cadernos de 200 folhas que nunca usei todo e acabaram ficando por aqui). Eu dividia por autores e gêneros, mas depois tive vontade de organizar melhor porque alguns livros eu só sabia qual era o gênero depois que lia, mas aí já tinha escrito no caderno e ficava uma bagunça.

Ano passado andei dando uma pesquisada para saber como leitores organizados como eu faziam para deixar tudo arrumadinho e dividido. Achei várias blogueiras mostrando seus cadernos de organização de leitura e fui me inteirando mais sobre como fazer. Eu até tentei customizar cadernos pequenos que tinha aqui (fiz algumas primeiras tentativas com um caderno de receitas que eu também queria para arrumar as receitas que estavam todas espalhadas), mas não deu certo. Enquanto tentava criar o meu próprio caderno, também sai procurando entre as blogueiras que trabalham com artesanato e scrapbook para saber os valores de cadernos customizados. Depois de muita busca, eu achei no site Elo7 tudo que eu queria: caderno, divisórias (para as categorias Tenho, Desejados, etc) e adesivos (para dividir entre autores e gêneros).

O caderno e as divisórias estão prontos, falta só eu receber os adesivos para que eu possa anotar os livros.
Como é um caderno de organização de leituras, eu queria uma capa que remetesse a livros ou histórias. Depois de muito procurar na internet por alguma imagem que me satisfizesse, entrei sai procurando pelo site Elo7 algum modelo de caderno argolado bonito e barato (porque preço é muito importante kkk) até que finalmente a vendedora da loja Do meu jeito me respondeu. Aí foi só esperar fazer e chegar e... tcharãããã


Nos próximos posts eu falo mais sobre as categorias que divido meus livros e também sobre o Blog Planner, a agenda de planejamento para blogueiras que descobri e agora quero usar todos os que encontro por aí.